
BATE-BOCA
Na sessão de ontem na Câmara Municipal, aconteceu o primeiro debate acalorado sobre a nova gestão municipal. Foram feitas duras críticas envolvendo a Secretaria Municipal de Educação.

ADJUNTO
Os vereadores Breno Mendes (AVANTE), Fernando Silva (REPUBLICANOS) e Dr. Santana (PRD) se uniram para criticar o secretário adjunto da SEMED, Walter Nascimento.
DENÚNCIA
Os vereadores foram informados que Nascimento estaria perseguindo diretores de escola que não apoiaram o prefeito Léo Moraes (PODEMOS).
DEMISSÃO
Breno Mendes disse que a educação na cidade não pode ser marcada por perseguições políticas. Ele exigiu a exoneração do secretário adjunto.
POLITICAGEM
Também em tom crítico, o vereador Fernando Silva destacou que a gestão escolar não pode ser manipulada por questões políticas.
CURRÍCULO
Ele enfatizou que os diretores de escola são nomeados por competência e com recomendação do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia. Fernando disse que o secretário adjunto precisa ser exonerado em respeito à classe educativa.
PESSOAL
O vereador Dr. Santana relatou um desconforto com o secretário adjunto em uma reunião, onde teria sido destratado. Santana disse que Walter Nascimento não queria ele na reunião, e situação só teria sido acalmada com a chegada do secretário Leonardo Leocadio.
APOIO
As declarações dos vereadores resultaram em apoio por parte dos presentes na sessão, o que estaria demonstrando que a comunidade está atenta às questões da gestão educacional no município.
OPINIÃO
Não é nada positivo para a gestão municipal já entrar em rota de colisão com os vereadores. É claro que Léo Moraes precisa se inteirar da situação e avaliar até que ponto as reclamações tem fundamento.
OPINIÃO 2
Também é importante dizer que é necessário muito jogo de cintura para se relacionar amistosamente com 23 vereadores, sendo que absolutamente nenhum é da base do prefeito. O problema fica ainda maior, se subalternos despreparados tentarem peitar as criaturas.
RECOMEÇO
Após a saída de Júnior Gonçalves da Casa Civil, os ânimos ficaram bem afoitos lá pros lados do CPA. Muitas são as apostas quanto ao futuro administrativo e político da gestão executiva em Rondônia.
RECOMEÇO 2
Marcos Rocha já aprendeu as artimanhas da política e, com certeza, não tomou a decisão de mudar o terceiro cargo mais importante no estado, sem antes avaliar todas as possibilidades dos impactos que isso pode provocar.

RECOMEÇO 3
As conversas de bastidores que apontam Carlos Magno ou Elias Rezende para a Casa Civil, já demonstram a preocupação de Rocha em não errar na escolha.
RECOMEÇO 4
O ex-deputado Carlos Magno tem trânsito livre na Assembleia Legislativa e em todas as prefeituras de Rondônia. Além disso, Magno já esteve com o governo na campanha de reeleição do governador e fez um trabalho considerado bem positivo.

RECOMEÇO 5
Na outra ponta, Elias é homem de confiança de Rocha, também é alinhado com a Assembleia e com prefeitos do interior. O trabalho já realizado por ele no D.E.R e na Seosp é reconhecido nas prefeituras, o que acaba também lhe credenciando para a Casa Civl.

CANDIDATO
O problema é que a eventual ida para a Casa Civil, atrapalharia o plano político de Elias que é disputar uma vaga de deputado estadual nas eleições de 2026. Fiel ao governador, dificilmente Elias recusaria a missão.
ALE
Nesta quarta-feira acontece a primeira sessão na Assembleia Legislativa após a saída de Júnior Gonçalves. A expectativa é de que ocorram vários discursos enaltecendo o trabalho do ex-chefe da Casa Civil.
ALE 2
Ainda sobre a Assembleia, já estaria tudo alinhado para os deputados Jean Oliveira e Ribeiro do Simpol, assumirem a liderança do governo no Parlamento.
ALE 3
Há uma expectativa sobre como vai ser a manifestação deles em relação a troca no governo. É de conhecimento público que tanto Jean como Ribeiro, não “morriam de amores” por Júnior Gonçalves.
ANÚNCIO
Até o fechamento desta edição, ainda não havia sido anunciado o nome do novo Chefe da Casa Civil de Rondônia.
FRASE
“ Um político divide os seres humanos em duas classes: instrumentos e inimigos”