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Depois de tantas fake news propagadas por quem dizia combatê-las, o Brasil vive a expectativa do retorno da direita ao poder

5 minutos de leitura

Coluna de opinião
Brasil • Eleições 2026

Neste domingo, dia 25, os brasileiros irão às urnas para escolher o novo presidente da República. Na disputa estão Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.

Siderlandio Simões de Oliveira
Artigo de opinião • Comentários & Prosas
OPINIÃO DO AUTOR

Segundo as pesquisas, Flávio Bolsonaro apresenta uma pequena vantagem sobre Lula, o que poderá definir os rumos da eleição no Brasil. Eu avalio que Flávio será eleito com uma diferença de 5 milhões a 8 milhões de votos. Essa expectativa decorre dos percentuais apresentados por algumas pesquisas, que apontam uma vantagem de quatro a cinco pontos percentuais favoráveis ao candidato do PL.

A mídia esquerdista, na minha avaliação, tem jogado sujo. Não podemos afirmar que todos os institutos de pesquisa sejam manipulados, porém há suspeitas de que alguns deles atuem conforme os interesses de quem encomenda os levantamentos. Seriam pesquisas direcionadas para diminuir a força do candidato da direita e dar fôlego à militância do adversário. Essa percepção é compartilhada por muitos brasileiros, inclusive moradores de minha cidade e de outras regiões do país. Há quem acredite que determinados setores estejam tentando influenciar o processo eleitoral para impedir que Flávio Bolsonaro seja o novo presidente da República.

Alguns comentaristas e cientistas políticos também acreditam que, mesmo eleito, Flávio Bolsonaro poderá enfrentar dificuldades para assumir a Presidência da República. Segundo essas avaliações, setores da esquerda poderiam recorrer a uma série de processos judiciais para tentar impedir sua posse, alegando interferências internacionais no processo eleitoral. O que é infundado, obviamente, pois quem decide são os eleitores. Se é considerada influência a preferência de políticos dos Estados Unidos ou da Argentina por Flávio, o mesmo vale para o outro candidato, que é apoiado abertamente por lideranças de Cuba, Nicarágua, China, Irã, Faixa de Gaza e Afeganistão.

Acredito que a intervenção que houve — e essa, sim, grave — veio de ministros do Supremo Tribunal Federal identificados com a esquerda, que têm se comportado como verdadeiros cabos eleitorais de Luiz Inácio Lula da Silva. Isso me parece cada vez mais evidente. Quando surge alguém bem-intencionado, disposto a promover mudanças no país, agir com justiça e fazer as coisas corretamente, começam a aparecer estratégias para enfraquecê-lo politicamente. É o que, a meu ver, vem acontecendo com Flávio Bolsonaro, candidato que desperta grande esperança entre seus eleitores e que poderá enfrentar tentativas de impedir sua chegada à Presidência.

RONDÔNIA EM FOCO

Em Rondônia, o governador eleito Marcos Rogério tem conclamado diariamente a população, em diversas cidades, a apoiar Flávio Bolsonaro. Seu apelo é dirigido especialmente aos eleitores que votaram em branco, anularam o voto ou ainda estão indecisos. Como diz o ditado popular: “De grão em grão, a galinha enche o papo”.

Rondônia está preparada para contribuir decisivamente para a eleição de Flávio Bolsonaro. Assim como ocorreu no primeiro turno, acredito que, no segundo, sua votação no estado poderá crescer ainda mais, com um crescimento superior a 10%. É claro que, diante de uma eleição nacional, esse crescimento isoladamente não representa uma quantidade tão expressiva de votos, mas será uma contribuição importante para manter Flávio à frente na disputa.

Se depender de Rondônia, Flávio Bolsonaro já é o presidente da República. Deputados eleitos, parlamentares que já exercem seus mandatos, senadores e lideranças políticas estão unidos nessa mobilização. Entre eles estão Marcos Rogério, Jaime Bagattoli, Bruno Scheid e Fernando Máximo, além de deputados federais e estaduais identificados com a direita e muitos prefeitos e vereadores, entre os quais o prefeito de Cacoal, Tony Pablo. Essas lideranças percorrem ruas e cidades, conclamando a população a votar em Flávio Bolsonaro.

Também participam dessa união aqueles que exercem lideranças comunitárias e se declaram de direita. Todos estão mobilizados neste momento decisivo. Considero Marcos Rogério uma das lideranças comprometidas com uma política limpa, sincera e voltada ao fortalecimento da segurança pública no Brasil.

Segurança pública e o futuro de Rondônia

Tanto que Rondônia poderá servir de estado-piloto para a segurança pública brasileira. Segundo um vídeo divulgado por Marcos Rogério na internet, o próprio Flávio Bolsonaro teria escolhido nosso estado como referência para um projeto nacional nessa área. A proposta é que as experiências bem-sucedidas na segurança pública de Rondônia possam ser aplicadas em outras regiões do Brasil.

Vivemos em um estado promissor, sustentado por um agronegócio forte, que conseguiu superar muitas dificuldades, inclusive os efeitos da pandemia e os problemas econômicos que, em minha avaliação, se agravaram durante o governo da esquerda.

Continuamos caminhando e confiantes de que, no próximo domingo, dia 25, poderemos celebrar com júbilo, ao anoitecer, a eleição do nosso futuro presidente da República, um representante da direita: Flávio Bolsonaro.

Mensagem aos leitores

Deixo aqui meu abraço a todos aqueles que acompanharam minhas opiniões pela internet, pelo meu site e por esta coluna. Ao longo desse período, procurei orientar os leitores com palavras e conselhos, alertando para a importância de refletir e ter cuidado com as escolhas que fazemos.

Principalmente nós, que temos família e defendemos os valores morais, espirituais e materiais, precisamos permanecer atentos. Temos o dever de defender o bem, porque somos pessoas de bem e desejamos o melhor para nossas famílias, para nosso estado e para o Brasil.

Um abraço, Cacoal!

Um abraço, Rondônia!

Um abraço, Brasil!

Até depois das eleições, quando estaremos novamente juntos nesta coluna, Comentários e Prosas, que continuará levando aos leitores nossas reflexões e opiniões, bem como os bastidores da política de Cacoal, visando às eleições de 2028, que já estão pegando fogo.

Grande abraço!

Comentários & Prosas
Siderlandio Simões (Shimon Zeitune) é articulista político desde 1990

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