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População brasileira volta às urnas no próximo dia 25 e rondonienses estão confiantes na eleição de Flávio Bolsonaro

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Coluna de opinião
Comentários & Prosas
Por Simões de Oliveira

Comentários e Prosas - Simões de OliveiraNo próximo domingo, dia 25, milhões de brasileiros voltarão às urnas para decidir quem comandará o país. A disputa entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, na minha avaliação, representa muito mais que uma escolha entre candidatos: é uma decisão sobre os rumos do Brasil.

As pesquisas apontam uma disputa acirrada, mas considero legítimo questionar a credibilidade de determinados institutos, seus métodos e a possibilidade de influências ideológicas na interpretação e divulgação dos resultados. Afinal, pesquisas são instrumentos de análise, não sentenças eleitorais, e não devem substituir o julgamento independente de cada cidadão.

Minha preocupação, porém, vai além dos números. Entendo que o Brasil precisa ser pensado como uma nação, e não como um conjunto de grupos permanentemente divididos por critérios identitários. Reconhecer as diferenças é importante, mas a cidadania, a igualdade de direitos e oportunidades, o respeito às liberdades individuais e o compromisso com o bem comum devem estar acima das divisões.

Por isso, defendo que o eleitor avalie propostas, trajetórias e, sobretudo, a concepção de país de cada candidato. Não podemos permitir que projetos ideológicos coloquem interesses de segmentos específicos acima do interesse nacional. Precisamos de um Brasil unido, onde todos sejam respeitados, independentemente de raça, cor, religião ou origem.

O voto deve ser livre, consciente e responsável, tendo como prioridade aquilo que nos une como brasileiros.

De minha parte, defendo Flávio Bolsonaro por acreditar que sua candidatura reúne condições para promover mudanças, fortalecer a segurança pública e enfrentar com rigor o crime organizado e o narcotráfico. Também considero indispensável resgatar valores que, para mim, sustentam a família, a liberdade e o respeito às instituições.

Rondônia, em minha visão, ofereceu um exemplo de posicionamento político nas urnas. A maioria absoluta dos oito deputados federais eleitos está vinculada a partidos e correntes de direita e centro-direita. A nova bancada será formada por Lúcio Mosquini (PL), Coronel Chrisóstomo (PL), Thiago Flores (União Brasil), Joliane Fúria (PSD), Sofia Andrade (PL), Cristiane Lopes (Podemos), Maurício Carvalho (União Brasil) e Dr. Jaime Gazola (Podemos).

Para o Senado, os rondonienses elegeram Dr. Fernando Máximo e Bruno Scheid, ambos do PL e identificados com a direita. Considero que essa representação amplia as expectativas de articulação em Brasília, obtenção de recursos e fortalecimento de setores fundamentais para o desenvolvimento de Rondônia, especialmente o agronegócio.

É esse espírito de participação que gostaria de ver no restante do Brasil. Quem se absteve ou votou em branco e nulo no primeiro turno tem agora outra oportunidade de decidir. Considero essencial que cada brasileiro compareça às urnas e exerça seu direito com consciência.

Registro ainda meus cumprimentos a Gil Cardoso, conhecida como Gil do Divino, pela votação expressiva em Cacoal. Sua participação, a meu ver, revela o surgimento de uma liderança feminina comprometida com valores conservadores e com a comunidade.

O futuro do Brasil será definido pelo voto. Que a decisão das urnas traduza a vontade soberana do povo brasileiro.

Simões de Oliveira
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